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Considerações sobre o “pálido ponto azul” (Carl Sagan) e sobre o paradoxo de Fermi

Carl Sagan

[A] vida, como a bioquímica consegue explicar nesse momento, depende de uma série de elementos e condições que, numa escala de probabilidade interestelar, é “infinitesimalmente pequena”, apesar de o universo observável, ou mesmo nossa própria galáxia, ser “infinitamente grande”.

Para ler o post completo e entender o que embasa a conclusão, basta se dirigir ao site da SOUL ART e ler o texto de minha autoria, “Poeira estelar e o paradoxo de Fermi: há alguém aí fora?”.